A retomada da economia global após a crise causada pela Covid-19 em 2020 está sendo mais forte do que as previsões iniciais e o setor portuário cresce na mesma proporção.
A pandemia de Covid-19 causou uma desorganização sem precedentes na logística do comércio internacional, que sofre com congestionamentos nos portos, falta de equipamentos e valores de frete excessivamente altos.
Com uma forte alta de 37,7% nas exportações e um robusto crescimento de 25,9% nas importações entre os meses de janeiro e junho, a corrente de comércio (exportações+importações) entre o Brasil e a China devem superar com ampla margem a cifra de US$102,5 bilhões registrada em 2020 e encerrar este ao com um volume de trocas superior a US$ 120 bilhões, um marco expressivo na história do comércio entre os dois países.
Brasília – Foi sancionada na quarta-feira (14), a Lei nº 14.184, de 14 de julho de 2021, que dispõe sobre o regime tributário, cambial e administrativo das Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs); revoga a obrigatoriedade das empresas de exportarem 80% da produção; e incentiva as empresas de produção de oxigênio medicinal a destinarem toda a produção ao mercado interno.
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Os proprietários e as seguradoras do navio Ever Given, que bloqueou o Canal de Suez em março, chegaram neste domingo (4) a um acordo formal sobre a indenização a ser paga após a embarcação bloquear uma importante via de comércio internacional e gerar prejuízos de milhões de dólares.
Beneficiada pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial registrou o melhor saldo da história para o primeiro semestre, desde o início da série histórica, em 1989. De janeiro a junho, o país exportou US$ 37,496 bilhões a mais do que importou.
Um surto de coronavírus no sul da China entupiu portos críticos para o comércio global, causando um acúmulo de embarques que pode demorar meses para ser resolvido e levar à escassez
Um severo congestionamento no Terminal Internacional de Contêineres Yantian (YICT), da Hutchison em Shenzhen, fez com que o porto parasse de receber contêineres com carregamentos de exportação na noite de 25 de maio.
Há quase um mês eles vivem em um navio encalhado, reféns temporários de um conflito multimilionário envolvendo um navio de bandeira panamenha, de propriedade de uma holding japonesa, operado por uma empresa alemã, com tripulação indiana.